Concorrência ou Parceria?
Adelaide Giacomazzi
Adelaide Giacomazzi

Concorrência ou Parceria?

Se você tem uma amiga ou colega que exerce a mesma profissão que você ela necessariamente é a sua concorrente? Você pode ter um cliente que é também seu concorrente?

Concorrente significa um candidato ou pessoa que, com outros, quer o mesmo lugar ou cargo, que compete. Mas concorrente também pode significar quem converge para um mesmo ponto, um mesmo fim, um mesmo objetivo.

Tudo depende da forma como você observa a situação. Veja algumas opções:

Como as 4 disciplinas da execução podem te ajudar a atingir objetivos

Como as 4 disciplinas da execução podem te ajudar a atingir objetivos

Você já teve iniciativas e ideias maravilhosas que acabaram não sendo implementadas?

O excesso de atividades diárias do mundo digital pode consumir todo o tempo e energia que você precisa investir para executar as suas estratégias e atingir os seus objetivos.

Sempre haverá mais boas ideias do que sua capacidade de executá-las

Neste livro, a equipe de pesquisadores da Franklin Covey apresenta a sua metodologia desenvolvida para atingir as metas mais importantes da vida executiva, e que também podem ser aplicadas na vida pessoal.

Qual é a fórmula que essa metodologia apresenta?

(Re)Definindo seus Sonhos de Vida

(Re)Definindo seus Sonhos de Vida

Você é uma pessoa empreendedora, que tem sonhos e expectativas de um futuro melhor? Ou a sua vida está no piloto automático e você nem se lembra se algum dia teve um sonho?

Sonho é um projeto de vida, algo que dá sentido à sua existência, que te faz encontrar a motivação para superar as dificuldades e aprender com os desafios.

Sonho ou desejo?

Encontrei uma definição muito interessante de Augusto Cury falando sobre a diferença entre sonhos e desejos. Segundo ele, “sonhos são projetos de vida e desejos são intenções superficiais”. O desejo é o querer, ter a vontade ou expectativa de possuir ou alcançar algo, satisfazer as necessidades mais básicas, como sobrevivência.

Independente se você tem muito ou pouco dinheiro, muitos ou poucos momentos de prazer, pode ser  complicado e doloroso ficar com uma sensação de vazio, como se a vida não fizesse sentido. E isso pode acontecer quando você não tem um sonho, ou quando ele está dormindo lá dentro de você e por diversos motivos você não tem coragem de acordá-lo.

“Cada sonho que você deixa pra trás, é um pedaço do seu futuro que deixa de existir.” Steve Jobs

Muitas pessoas podem ter dificuldade para identificar seus sonhos. Talvez porque nunca tenham parado para pensar de uma forma mais aprofundada sobre isso, ou estão muito ocupados com a correria do dia-a-dia, ou insistem em realizar alguns sonhos de infância que talvez não façam mais sentido.

Recebi uma mensagem de uma coachee muito querida na virada do ano, em que ela desejava “um renascer de velhos sonhos”.

Convido você a fazer uma reflexão profunda sobre os seus sonhos.

Você atingiu todos eles, ou está próxima de atingir?

Quando for (re)definir seus sonhos, você deve prestar muita atenção e ser o mais sincera consigo mesma. Não são os sonhos do seu pai, da sua mãe, do seu marido, do seu chefe ou de nenhuma outra pessoa. São os “seus” sonhos de vida.

Se é realmente um sonho que é seu e de mais ninguém, o que você está fazendo para tornar ele realidade? É mais fácil deixar ele guardado em alguma gaveta ou escondido dentro de você, muitas vezes fingindo  não perceber a autossabotagem para não realizá-lo?

Se você se sente muito longe ou distante, isso pode ter acontecido porque talvez esse sonho nunca foi seu de verdade, e sim de alguma outra pessoa com um alto poder de persuasão. E você simplesmente se deixou influenciar de alguma forma.

Você tem 3 alternativas:

  • Refletir com sinceridade e definir um sonho que é seu de direito, algo que faça sentido para você e para a sua vida
  • Definir um sonho que você entende que é seu e testar se é isso mesmo que você realmente quer, revendo depois se for necessário
  • Assumir que não é um sonho seu, e sim de outra pessoa (ou da sua empresa), mas que você está empenhado em ajudá-la a atingir porque isso vai te trazer algum benefício

 

Realizar sonhos exige muito planejamento, disciplina, garra e dedicação. A jornada pode ser difícil, mas a sensação de ter um sonho realizado é única e inesquecível.

Sem sonhos, a vida não tem brilho. Sem metas, os sonhos não têm alicerces. Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. Melhor é errar por tentar do que errar por omitir.Augusto Cury

É tempo de avaliar 2017
Adelaide Giacomazzi
Adelaide Giacomazzi

É tempo de avaliar 2017

O fim do ano chegou. E talvez você esteja pensando como eu: “nossa, como o tempo passou rápido. Já é natal”.

O final do ano é a época ideal não só para celebrar e curtir momentos especiais com a família, mas também para avaliar.

A palavra avaliar vem do latim e significa “dar valor a”.

Quando você avalia algo está determinando um valor, um preço, a importância de alguma coisa.

Medir é diferente de avaliar. Quando medimos podemos utilizar escalas, provas e testes, fazendo um levantando dos dados existentes, obtendo números. Mas para existir uma avaliação é preciso fazer uma análise e construir um significado em cima desses números.

O ato de avaliar inclui a reflexão, o pensar. E principalmente, fazer conexões com os dados e informações.

Você pode, e deve, fazer uma avaliação da sua vida, tanto no lado pessoal como profissional.

Nesse último post de 2017 quero te convidar a fazer uma breve reflexão em relação ao ano que passou, uma autoavaliação. Pare por um momento, 10 minutos apenas, coloque uma música que você gosta, pegue um papel ou caneta, ou escreva no seu celular. Procure deixar registrado, pois o fato de escrever ajuda a você pensar melhor.

Utilize a imagem da árvore de natal abaixo.

Adelaide Giacomazzi
Adelaide Giacomazzi

Foco e Satisfação do cliente

Foco e Satisfação do cliente

O livro Satisfação garantida conta a trajetória de Tony Hsieh, CEO da Zappos, empresa líder em vendas online de calçados.

Tony Hsieh sempre teve um espírito empreendedor. Começou tentando vender minhocas aos 9 anos de idade, foi entregador de jornais, depois criou o seu próprio jornal, vendeu buttons customizados por catálogo, foi programador de computador, tentou vender truques de mágica, testou videogames. Depois que se formou pela universidade de Harvard, virou programador na Oracle, mas ficou entediado rapidamente. Junto com seu colega de quarto criou a LinkExchange, uma empresa on-line que venderam para a Microsoft por USD 265 milhões. Assumiu o cargo de CEO da Zappos em 1999, alavancando as receitas de USD 1,6 milhão em 2000 para mais de USD 1 bilhão em 2009.

Em 2009 a Zappos foi vendida para a Amazon por USD 1.2 bilhões. Jeff Bezos, fundador e presidente da Amazon, acredita que o foco no cliente é a melhor estratégia para garantir resultados no longo prazo e admirava a obsessão da Zappos pelos clientes.

E como a Zappos começou?

Delegação, protagonismo e bolinhos de polvilho

Delegação, protagonismo e bolinhos de polvilho

Quando eu era pequena muitas vezes tentava me aventurar na cozinha. Não me lembro com tantos detalhes da época nem do que eu tentava preparar. O que eu me lembro bem era de uma frase da minha mãe: “deixa que eu faço”. E ao dizer essa frase eu perdia não só a colher pra mexer a panela mas também a oportunidade de praticar, tentar e aprender.

O objetivo desse texto não é ficar reclamando da minha mãe. E eu também nunca tive o sonho de participar de concursos de culinária ou ser uma chef de cozinha (viva o delivery). A minha intenção é fazer você refletir se no seu dia-a-dia está tendo atitudes semelhantes, como por exemplo:

  • centralizar atividades e assumir responsabilidades que não são suas, evitando delegar (e depois se queixar que não tem tempo);
  • deixar de ensinar outras pessoas e acabar fazendo no lugar delas;
  • fazer com que outras pessoas executem atividades que são suas, perdendo a oportunidade de aprender coisas novas;
  • ficar na zona de conforto e terceirizar “atividades chave” e importantes.

Já aconteceu de você estar conversando com uma pessoa e se perceber completando uma frase ou pensamento no lugar dela? Quando você faz uma coisa por outra pessoa você está quebrando o fluxo de pensamento, o raciocínio, e de certa forma impedindo que ela crie as conexões cerebrais que são necessárias para ela entender melhor o assunto e consolidar aquele aprendizado.

“Melhor do que dar o peixe é ensinar a pescar”

E como delegar atividades?