Lidando com julgamentos na jornada empreendedora

Lidando com julgamentos na jornada empreendedora

Se você está iniciando (ou pretende iniciar) a sua jornada empreendedora precisa estar consciente de que, além dos desafios, dificuldades e imprevistos, vai precisar lidar com uma questão muito delicada: o julgamento.

Julgar é avaliar, emitir opinião, pensar ou supor alguma coisa. Na nossa sociedade, o julgamento não é somente feito por juízes. Todas as pessoas fazem julgamentos, de uma forma ou positiva ou negativa, de forma consciente ou inconsciente. Você pode julgar ou ser julgada pela sua aparência física, pelas suas opiniões, pela sua situação financeira e também pelo seu silêncio.

O primeiro tipo e talvez o mais complicado para se lidar é o autojulgamento: o julgamento sobre a sua própria capacidade de conseguir realizar todas as ações que você pretende na velocidade que você deseja e conquistando o merecido retorno do seu investimento em tempo e dinheiro. Você vai ter que aprender a construir um mindset de crescimento, desenvolver novas habilidades e competências, mudar hábitos e, principalmente, tentar controlar a sua ansiedade e a cobrança por resultados rápidos.

Um dos pensamentos comuns de pessoas que deixam o mundo corporativo e resolvem  empreender é: “eu vou ser o meu próprio patrão e trabalhar menos.” Só que na vida empreendedora menos pode ser mais.

Liberte-se dos seus medos para alcançar mais rápido o sucesso

Liberte-se dos seus medos para alcançar mais rápido o sucesso

Dois grandes obstáculos para o sucesso e a realização pessoal são o medo e a dúvida. O medo do fracasso, da falta de dinheiro, da perda, da rejeição. A dúvida a respeito de si mesmo, da nossa capacidade em tomar decisões e agir.

Tanto o medo quanto a dúvida são emoções adquiridas. Não nascemos com eles. Para combatê-los é preciso ter coragem e confiança. E é possível conseguir isso por meio do autoconhecimento e do desenvolvimento de competências. Quanto mais aprendemos o que precisamos saber para alcançar nossos objetivos e metas, menos medo sentimos, e mais coragem e confiança experimentamos.

Quando Franklin Roosevelt disse “A única coisa de que devemos ter medo é do próprio medo”, estava querendo dizer que a emoção do medo, e não a realidade daquilo que se teme, é que provoca a ansiedade, estresse e infelicidade.

Quando desenvolvemos o hábito da coragem e uma sólida autoconfiança, abre-se todo um novo mundo de possibilidades.

E como você pode analisar as causas do seu medo e ganhar mais autoconfiança?